Produtos de origem 100 por cento vegetal e biológicos. É desta forma simples que se caracterizam os produtos da VeganChee, uma marca criada em 2015 por Mónica Venda que começou apenas com uma gama de queijos veganos e que já se expandiu para novos produtos, incluindo alternativas vegetais aos iogurtes e cremes para barrar.

A VeganChee começou quando Mónica Venda, engenheira do ambiente, percebeu que, por questões de saúde, tinha de mudar os seus hábitos alimentares. “A necessidade de deixar de consumir produtos de origem animal levou a perceber a dificuldade na substituição de alguns alimentos de origem animal. Neste caso a grande dificuldade foi no queijo, porque há três anos atrás as opções existentes eram limitadas e de difícil acesso”, explica Mónica.

De uma dificuldade, a engenheira encontrou a solução e fundou a VeganChee, uma marca com produtos “preparados com dedicação, com ingredientes de origem biológica e sem quaisquer aditivos químicos, como cor ou aroma”, revela Mónica. Os
primeiros produtos, os VeganChee – Não Sou um Queijo! têm cinco sabores, desde especiarias, tomate, azeitonas, noz ou pimenta caiena e podem ser degustados ao pequeno-almoço, em lanches ou simplesmente como complemento para um prato diferente.

Em julho de 2017 Mónica sentiu a necessidade de criar novos produtos e lançou para o mercado seis alternativas vegetais ao iogurte, com base de aveia, adoçados apenas com folha de stevia e probióticos. Entre os sabores disponíveis, numa embalagem de vidro reutilizável e reciclável, temos amêndoa, caju, avelã com alfarroba, beterraba e frutos vermelhos, cânhamo e spirulina ou curcuma e pimenta preta. Mais recentemente a VeganChee lançou os cremes de barrar de caju probióticos com três sabores: ervas e alho, pimenta e do mar.

Disponíveis em alguns supermercados biológicos ou através de contacto direto com a empresa, os produtos da VeganChee apostam na qualidade, sem descurar o palato e a mais-valia nutricional.

Além disso, a “questão ética e ambiental é sempre tomada em consideração, por exemplo, com a utilização, sempre que possível, de frascos de vidro em detrimento de embalagens de plástico”, esclarece Mónica.