Na Aldeia de Galegos é produzido um dos sabores típicos do Alentejo, o azeite. Na Casa agrícola António Picado Nunes produz-se azeite de Galega desde 1950 e a tradição familiar continua presente nos dias de hoje, com o Azeite Castelo de Marvão. Conhecer o lagar-museu é uma oportunidade para descobrir as raízes deste produto tradicional.

Manda a tradição familiar colher o olival depois do Dia de Todos os Santos, pentear as ramas com as mãos e extrair a frio o azeite. Produzido a partir de azeitona Galega, fino de acidez, cor amarelada, aroma frutado maduro, suave e saboroso, o Azeite Castelo de Marvão nasce no Parque Natural da Serra de São Mamede. O Lagar da Sociedade Agrícola António Picado Nunes mantém a tradição e as suas origens na produção de um dos melhores azeites do mundo.

Neste lagar surgiu o Museu do Azeite, um espaço que permite viajar pelas raízes do saber alentejano na produção de azeite de Galega, afirmando-se como um lugar didático e polivalente que tem como objetivo contar a história da família e do azeite de Marvão.

Com o custo de 15,90 euros, com oferta de uma embalagem de azeite, a visita ao lagar-museu dura 75 minutos e começa com uma contextualização socioeconómica do lugar de Galegos e o surgimento da Casa Agrícola. Após a visita ao olival, com a apresentação da árvore oliveira galega, do fruto e das formas de colheita, ao lagar atual e ao lagar antigo, onde é explicado o processo de extração, os visitantes podem provar o azeite, acompanhado de produtos típicos da região.

Neste lagar-museu são ainda realizadas atividades de caráter cultural, como exposições, debates e workshops, eventos familiares e empresariais e atividades dedicadas a jovens, crianças e idosos.

Nota: O Lagar-Museu do Azeite é uma das entidades onde pode usufruir de 10% de desconto se for nosso assinante.