Comida de Rua

Uma mini-cozinha sobre rodas que lhe permite comer o melhor da gastronomia portuguesa sem entrar num restaurante. A Comida de Rua é um projeto inovador que surgiu quando Isabel Tavares ficou desempregada, aos 40 anos, e decidiu criar o seu próprio emprego.

As motas da Comida de Rua desmistificam o conceito de que a comida existente nestes locais é de pouca qualidade e pouco saudável. Com ementas alternativas, ingredientes nacionais e um toque de inovação, a Comida de Rua garante-lhe que vai provar “sandes com talento português”.

Frango, novilho e veggie são algumas das sandes disponíveis na ementa da Comida de Rua, criada em exclusivo pelos chefs Luís Américo e Elísio Bernardes e pela cozinheira Mi. O ingrediente secreto, assegura a marca, é a criatividade, utilizada na criação de sandes que combinam o coração de um chef e a alma de uma cozinheira. Esta combinação surgiu em 2011, quando Isabel Tavares ficou desempregada. Para aproveitar o facto de não existir uma oferta de qualidade na comida de rua, decidiu criar, com o marido, o primeiro street food português, em setembro de 2012.

“Desde o início que para nós street food não é comida de plástico, não é fast food. São sabores cuidados, apenas servidos rapidamente. É boa gastronomia”, garante Isabel.

Em 2013, a Comida de Rua cresceu e fixou-se no Mercado Municipal de Matosinhos e, dois anos volvidos, abriu um ponto na Estação de Metro do Hospital de S. João. Cada um destes espaços mantém o conceito original, mas acrescenta uma vertente diferenciada ao projeto. No ano passado, a Comida de Rua participou no programa Shark Tank, transmitido pela SIC, onde conquistou um novo sócio, o “tubarão” Tim Vieira.

Com o objetivo de proporcionar uma comida com sabor, textura e cor de norte a sul do país, a Comida de Rua já viu a sua frota aumentada e atualmente conta com cinco motas, duas no Porto e três em Lisboa.