De ananás a maracujá, mas também nos inovadores sabores de natas e arroz doce. Aproveitam os frutos naturais colhidos nas plantações dos Açores e valorizam a experiência de uma empresa familiar. Os licores da Mulher de Capote são já uma referência açoriana e uma oferta tradicional, graças às garrafas com figuras locais ou que evocam pontos turísticos.

A Mulher de Capote caracteriza a mulher açoriana dos séculos XVII e XVIII. É com base nesta referência histórica que surgem as garrafas com a sua forma, mas também as garrafas em forma das típicas vaquinhas açorianas ou de cavaleiros, sem esquecer os emigrantes, os lavradores, ananases ou pipas. No seu interior estão os sabores únicos dos licores açorianos. A Fábrica de Licores Mulher de Capote alia à originalidade e inovação a tradição de uma empresa familiar que tem origens em 1936.

Os principais produtos da marca são os licores de frutos 100 por cento naturais – maracujá, ananás, banana e amora, entre outros – colhidos nas plantações dos Açores. Mas, a Mulher de Capote tem produtos produzidos a partir de uma das matérias-primas mais genuínas da região, o leite. Deste produto surgem os Licores de Natas e Arroz Doce Queen of the Islands. O licor de maracujá foi a primeira e também a mais emblemática aposta da Mulher de Capote, embora a marca Ezequiel já o produzisse desde 1936. Com um vasto leque de produtos, que podem ser adquiridos nas garrafas em porcelana com diferentes figuras ou nas versões tradicionais, recentemente a marca lançou uma gama de gins de maracujá, ananás e tangerina, os Goshwak Azores Gin.

Se está de passagem por Ribeira Grande, aproveite para visitar a fábrica da Mulher de Capote, onde pode observar de perto os processos de fabrico, participar na degustação dos produtos e apreciar as plantações de maracujá que circundam o espaço.